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Juiz de Fora é uma das cidades brasileiras com melhores índices de qualidade de vida. Com mais de 450 mil habitantes, assume o papel de cidade-pólo da Zona da Mata Mineira e oferece uma série de serviços nos mais diversos setores.
A cidade tem um PIB per capita de R$ 6,2 mil e uma das mais altas expectativas de vida do Brasil. Estrategicamente localizada entre os maiores mercados consumidores do país é dotada de toda a infra-estrutura exigida para modernos empreendimentos.
Distância das principais cidades
Cidade
Km
Cidade
Km
Angra dos reis
232
Ribeirão preto
676
Barbacena
117
Rio de janeiro
184
Belo horizonte
272
Salvador
1512
Brasília
992
Santos
578
Campinas
541
Santos dumont
45
Campos
330
São joão nepomuceno
66
Cataguases
105
São lourenço
197
Caxambu
179
São paulo
506
Curitiba
914
Três rios
66
Florianópolis
1221
Ubá
106
Leopoldina
97
Uberaba
736
Muriaé
157
Uberlândia
798
Petrópolis
126
Viçosa
137
Poços de caldas
439
Vitória
519
Porto alegre
1625
Volta redonda
188
Atrativos Turísticos
Selecione o atrativo abaixo:
Abaixo informações sobre o atrativo escolhido, caso não clique em fechar(x), o próximo atrativo abrirá abaixo do aberto anteriormente.
Marco da memória histórica nacional, o Museu Mariano Procópio foi projetado e construído no estilo renascentista, sendo um bem tombado desde 1983.
Com rico acervo artístico, histórico e de ciências naturais do país, o museu está localizado no centro de um parque de 78 mil m², onde poderá ser encontrados belos jardins, com flora e fauna exótica. Planejado pelo paisagista francês Glaziou foi chamado de "Paraíso dos Trópicos" por ser um local em que se concentram arbustos característicos da flora brasileira e uma grande diversidade de espécies exóticas introduzidas por seu fundador, Alfredo Ferreira Lage. Seu acervo natural é de grande importância ecológica, possuindo espécies vegetais que estão ameaçadas de extinção como o jatobá, o pinheiro do Paraná, as palmeiras e as sapucaias com mais de 120 anos.
Em 1861, Mariano Procópio construiu uma Villa para receber a família imperial de D. Pedro II. Em 1915, o espaço foi transformado por Alfredo Ferreira Laje, filho de Mariano Procópio, em museu particular. Nascia assim, o primeiro museu de Minas Gerais.
Este é o 1º museu de MG e abriga um dos acervos mais significativos do país com cerca de 50.807 peças em seu arquivo. É também o segundo mais importante acervo do Brasil Império. No circuito expositivo há 2132 itens expostos.
E é importante mencionar que a entrada para o museu Mariano Procópio é de R$ 1,00 um valor singelo que serve para ajudar na manutenção do museu. Essa entrada não é cobrada para maiores de 65 anos, crianças menores de 10 anos e estudantes de escolas públicas.
Horário de visitação: de terça a domingo, de 12h às 17 hs.
No local onde atualmente funciona o Parque da Lajinha, funcionava a Antiga Fazenda da Lajinha.
O Parque possui uma área de, aproximadamente, 43 hectares que abriga cachoeiras, trilhas, jardins, gramados e lagos que chama atenção para o turismo ecológico na cidade.
O espaço conta ainda com coreto, bondes, quiosques, campo de futebol e uma floresta remanescente de Mata Atlântica.
Os bondes que estão no parque da lajinha são bens tombados desde 1988.
Foi criado em 2003 o CEDAM: Centro de Educação Ambiental cujo principal objetivo é a educação e preservação ambiental, além de pesquisas de animais em extinção.
Situado na Avenida Paulo Japiassu Coelho, no trevo de cruzamento para o Aeroporto e a BR 040, o parque está aberto diariamente das 8h às 17 h.
Inicialmente era chamado de Morro da Liberdade e é mais popularmente conhecido como Morro do Cristo.
Está a 930 m de altitude, é um dos pontos mais altos da cidade sendo uma das mais belas vistas panorâmicas. O nome Morro do Imperador originou-se em 1861, ocasião em que D. Pedro II escalou as encostas para apreciar o céu e a vista da cidade.
Nas comemorações da passagem do século, em 1906, foi construída uma capela e um monumento em homenagem ao Cristo Redentor.
No Morro do Imperador existiu também uma torre helicoidal, 1ª do tipo na América do Sul que serviu durante 15 anos à TV Industrial. A TV Industrial foi uma emissora com sede em Juiz de Fora e foi considerada a primeira emissora de televisão a funcionar no interior do país.
Hoje em dia, o Morro do Imperador é utilizado por pessoas que gostam de praticar esportes em contato com a natureza. O montanhismo e a caminhada pelas trilhas são praticados freqüentemente.
Em janeiro de 2004, houve uma revitalização da área do Morro do Imperador que incluem a remodelagem da rampa de acesso, novo piso e parquinho, além de quiosques e banheiro público.
É aberto ao público em qualquer horário, possui o mirante oficial da cidade e é um dos cartões postais de Juiz de Fora.
Chega-se ao Morro do Imperador, subindo a Rua Dr. João Pinheiro, no Bairro Jardim Glória, em direção ao Bairro São Pedro.
Juiz de Fora foi a primeira cidade da América do Sul a ter uma usina hidrelétrica, o que lhe valeu a condecoração de Farol do Continente.
Empreendimento realizado por Bernardo Mascarenhas, importante industrial da cidade, foi inaugurada em 1889, sete anos depois da primeira usina da América do Norte. A Usina de Marmelos é o primeiro grande marco do setor elétrico brasileiro.
Localizada na antiga rodovia União e Indústria, a CEMIG assumiu o seu patrimônio, preservou seu sítio arquitetônico e restaurou suas instalações, transformando-as em um espaço cultural que contribui para a preservação da memória do setor elétrico nacional.
Horário de visitação: de segunda a sábado, de 8h às 18 h.
Símbolo do pioneirismo industrial, a antiga fábrica de tecidos Bernardo Mascarenhas, graças à mobilização de artistas, escritores e jornalistas, foi transformada, em 1987, em um amplo centro cultural, onde funciona também a Biblioteca Municipal Murilo Mendes.
O Espaço está situado no centro da cidade , na Avenida Getúlio Vargas, nº 200.
Construído na década de 20 pelo doutor Clóvis Mascarenhas, possui estilo neoclássico e também eclético. O casarão tem franca inspiração nas vilas italianas e se liberta dos limites do lote no estilo “bairro-jardim”.
Hoje, o casarão abriga: centro de estudos Teatrais (CET/Grupo divulgação), Museu de cultura popular, Galeria de Arte e Coral universitário.O museu está no casarão desde 1973, e tem mais de 2500 peças, entre coleções de artistas populares, imagens religiosas, cerâmicas portuguesas e brinquedos, etc.
Construído em 1929, o Cine Theatro Central é considerado o mais importante teatro mineiro e é tombado pelo Patrimônio Histórico Nacional.
As pinturas do teto, feitas por Angelo Biggi, representam a mais pura pintura muralista de tradição italiana. Com seus 2.300 lugares, é palco de grandes eventos artísticos ao longo deste século.
Está localizado na praça João Pessoa, no Calçadão da Rua Halfeld.
O Banco de Crédito Real foi inaugurado em 1889, tendo sido sua fundação autorizada por Decreto Imperial, assinado por D. Pedro II.
Em 1964, criou o 6º museu de banco do mundo, que contém em seu acervo 4.000 peças que mostram documentos históricos ligados à Abolição da Escravatura, da sua fundação, balanças, cédulas e moedas, que relatam a evolução bancária até os dias atuais.
Situado na Rua Halfeld, nº 504.
Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, das 11h às 16 h.
Primeiro mosaico modernista em vidrotil criado em praça pública. Desenhado por Emiliano Di Cavalcanti e projetado por Arthur Arcuri, foi erigido em 1951.
Marco do Centenário de Juiz de Fora, o monumento fica na Praça da República, no Bairro Poço Rico.
Em pleno coração da cidade, na fachada do Edifício Clube Juiz de Fora -que também é um dos marcos da arquitetura modernista em Minas - o painel "As Quatro Estações ", de Cândido Portinari, foi criado em 1956 e executado pela Osiarte em azulejos azul e branco.
Fica na esquina da Rua Halfeld com Avenida Barão do Rio Branco, em frente ao Parque Halfeld.
Desde 1994, a biblioteca e parte da pinacoteca do escritor Murilo Mendes se encontram no Centro de Estudos Murilo Mendes.
Homenageando a obra de um dos grandes nomes da Literatura Brasileira, exibe uma das mais significativas coleções de artes plásticas do país, com obras de Miró, Picasso, Magritte, Max Ernest, Guignard, Vieira da Silva, Portinari, entre muitos outros.
O centro de Estudos é mantido pela Universidade Federal de Juiz de Fora e está localizado no centro da cidade, na Av. Barão do Rio Branco, nº 3372.
Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, de 9 h às 18 h.
Inaugurado em 1991, o Museu de História Natural da Academia/Ces possui rico acervo de 1.200 exemplares em exposição, entre animais, plantas fósseis, minerais e rochas. Faz parte do Núcleo Acadêmico Beato Arnaldo Janssen, onde se encontra também o Museu Etnológico, com um acervo de 1.500 exemplares, de material indígena-pré-histórico e atual- e da cultura africana e brasileira.
Está localizado na parte alta da Rua Halfeld, nº 1.172.
Horário de visitação: de segunda a sexta-feira, de 7h30 às 11h e de 13h às 17h.
Com 405 m² e 318 lugares, o Teatro da Academia impressiona por sua beleza.
À maneira da pintura mural clássica, seu teto caracteriza-se por um conjunto de efeito suave e toda sua decoração é uma homenagem aos grandes mestres gregos, aos artesãos de Pompéia, e aos conquistadores romanos.
O prédio da antiga estação da Estrada de Ferro Leopoldina foi adaptado, em 1985, para a instalação do Núcleo Histórico Ferroviário, que mostra a história da ferrovia em Juiz de Fora.
Instalado na Avenida Brasil, nº 2001, centro, próximo à Praça da Estação.